Site encontra vestígios de fraude nas eleições do Vasco

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As eleições do Vasco da Gama serão decididas na Justiça. Depois de uma das urnas, a de número 7, registrar uma diferença gritante de votos entre Eurico Miranda e Júlio Brandt, a definição foi parar nos tribunais. E de acordo com uma apuração do ​UOL, os indícios de irregularidades são vastos.

Desde antes do pleito, a urna já era motivo de discórdia. Por pedido da oposição, ela guardaria os votos de eleitores associados entre novembro e dezembro de 2015, período definido por Eurico como o limite para que um sócio tivesse direito a voto.

Curiosamente, 691 vascaínos, um número totalmente fora da média, associaram-se nesses dois meses. Convicta de que não se tratava de uma coincidência, a oposição conseguiu que os votos desses sócios ficassem agrupados em uma urna para que, posteriormente, a situação fosse analisada pela Justiça.

E a investigação conduzida pelo UOL dá esperanças para os correligionários de Brandt – que venceria a eleição não fossem considerados os votos da urna 7. Os registros das associações apresentam uma série de situações suspeitas, como afiliações em domingos e feriados (quando a secretaria não abre) e números de telefone repetidos em dezenas de supostos sócios.

Ou seja, ainda que não se possa cravar para onde irá levar a averiguação judicial, o que não faltam são vestígios de que a urna 7, a da vitória de Eurico Miranda, esteja sim afundada em irregularidades.

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